Quando aos dezanove anos, a 1100 metros de altura, o instrutor de salto diz que está tudo OK e te faz sinal para te pendurares no montante da asa de um Cessna, despojado de bancos - para que, além do piloto, coubessem três alunos e um instrutor pára-quedista - não pensas no risco real que corres, mas sim que aquele é o desporto mais seguro e escrutinado que existe e que…
- é tempo de desfrutar!
Esta confiança adquire-se como? Bem… durante a fase de instrução, quer em sala quer no hangar o instrutor pará-quedista, altamente reconhecido entre os seus pares, militar distinguido, e verdadeiro companheiro – também de algumas brincadeiras – repetiu centenas de vezes: “o pára-quedismo é o desporto mais seguro que existe!”.
Podia falar da elevada tecnologia que está incorporada nos equipamentos, ou do controlo realizado pelas entidades oficiais, mas o que me levou a ter confiança para:
numa situação de total fragilidade - com o corpo em bandeira - soltar os dedos do montante da asa e lançar-me no vazio, foi: a excelência do instrutor pára-quedista.
Fez-nos aprender tudo o que precisávamos de saber, preparou-nos para eventuais emergências – não nos escondendo que elas existem e quais as suas consequências – simulando-as e fazendo com que encontrássemos as soluções, quer entre o grupo de alunos pará-quedistas, quer individualmente.
O Paulo Silva não era chefe escuteiro, mas foi exemplo. Quer pela exigência, quer pelo óbvio conhecimento, mas principalmente pela relação humana que cultivou naquele grupo. Éramos quatro caminheiros e dois dirigentes mas quem melhor aplicou o método foi o Paulo. Apresentou-nos as ferramentas… mas também fez com que as explorássemos, dominássemos e finalmente as colocássemos em prática.
O Paulo Silva não era chefe escuteiro, mas foi exemplo. Quer pela exigência, quer pelo óbvio conhecimento, mas principalmente pela relação humana que cultivou naquele grupo. Éramos quatro caminheiros e dois dirigentes mas quem melhor aplicou o método foi o Paulo. Apresentou-nos as ferramentas… mas também fez com que as explorássemos, dominássemos e finalmente as colocássemos em prática.
Este exemplo atravessou quase toda a minha vida de caminheiro, quer na IV quer enquanto CIL, ajudando a dar corpo a um dos vectores na opção de ser dirigente:
- o que fizeres tem de ser excelente.
Não uma excelência quantitativa, escalada por comparação, mas qualitativa, evidenciada pelo empenho que colocamos no que fazemos e como ajudamos os outros a serem felizes.
Pessoalmente não afino pelo diapasão que coloca como nota dominante da vida da IV a participação nos orgãos nacionais directivos (ou noutras estruturas intermédias), no entanto nos deliberativos é até estranho que assim não seja. Entendo ser importante e de elementar justiça que tal aconteça e por isso sou um fervoroso apoiante do voto dos caminheiros nas eleições nacionais dos orgãos do CNE e da sua presença nos conselhos nacionais. Tenho dúvidas (e não tenho fórmula mágica) sobre como no orgão máximo devam ser geridos temas limite, ou por exemplo o programa educativo… mas como no desporto: em caso de dúvida beneficia-se quem persegue o objectivo; e numa associação de autoeducação é óbvio quem tem de ser beneficiado!
Bem vindos caminheiros!
Questão diferente é a da participação dos caminheiros nas equipas de projectos Nac., Reg., de Nuc. e Locais, ou como representantes do CNE nos orgãos ou instituições (quaisquer que sejam) desde que devidamente preparados - uma grande parte dos nosso caminheiros são altamente preparados! A razão não é a florescente escravidão mediática da fotografia do representante jovem ou da selfie no meio de criançada, mas sim porque a opinião deles é Importante, diria mesmo Fundamental. Mesmo que não seja fulcralmente a sua, qualquer caminheiro bem preparado defenderá a opinião da associação por que faz da lealdade lei de vida.
Este tema sendo importante, como já escrevi, não é para mim o único ou mesmo aquele que deve absorver quase toda a nossa energia. Os caminheiros precisam de mais, exigem mais e merecem mais.
Esta visão leva-me a defender que os melhores dirigentes das nossas unidades locais devem ser alocados à IV secção.
Sei que muitos dirão que é um desperdício, que o verdadeiro escutismo se faz nas secções mais novas, e que sendo poucos, mais vale que o chefe de clã seja alguém que possa ajudar mas que até não tenha muito tempo disponível… ou um perfil menos ajustado ( pior mesmo só se for o chefe de agrupamento!).
Infelizmente esta tem sido a nossa realidade local há já muitos anos, que apenas esporadicamente vai sendo quebrada, e sempre que assim é, pelo que vou acompanhando, com resultados positivos.
O CNE ainda não se conseguiu livrar da necessidade de recrutar internamente, uma grande parte das vezes cedo demais, uma percentagem significativa dos seus animadores adultos, desvirtuando o projecto educativo que propõe aos jovens, mas que raramente consegue verdadeiramente cumprir.
Na - já não tão - recente revisão do programa educativo introduzimos, e bem, o Desafio, mas fizemos a concessão de poder ser apenas de 3 meses e eventualmente realizado no aconchego do agrupamento.
Tivemos medo, medo de largar o montante!
É necessário que o Desafio seja individualmente exigente e voltado para “fora”… para a “cidade"… para o “mundo”… ou como Francisco nos desafia: para as periferias!
E, findo o Desafio, é tempo de Partir/Largar mas realmente fazê-lo, cortando a amarra entre o escuteiro e o dirigente. Defendo, por isso, que devíamos ter a coragem de não ter noviços a dirigente, dar a oportunidade aos nossos caminheiros que fazem a sua Partida/Largada de terem o seu gap year escutista, acompanhando-os no seu discernimento e na vontade de serem educadores voluntários. Sem pressão e se assim o entenderem, serão bem vindos para assumirem todas as responsabilidades que daí advêm. Esta opção, que muitos consideram demasiado radical, serviria também para que os caminheiros se pudessem focar na vivência do ideal do Homem Novo, alicerçado no PPV e nas Bem Aventuranças.
Mas, para que tudo isto seja frutífero temos de investir na IV. Colocar à disposição dos caminheiros os nossos melhores recursos. Dirigentes conhecedores da mística e da simbologia da IV secção; que tratem S. Paulo e a sua teologia revolucionária por “tu”; que identifiquem facilmente no mandamento novo, o projecto de felicidade proposto pelo fundador; que conheçam os modelos de vida e ajudem cada caminheiro a criar pontes com a sua própria vida. Que sejam felizes.
Queixamo-nos repetidamente da desmotivação dos caminheiros, da sua falta de compromisso, de uma apatia desconcertante, de uma desorganização sistemática, até de algum vazio de valores e muitas vezes de um desistir fácil…
Reconhecendo que na IV não é necessário limpar “acidentes" ( quem já foi animador da I sabe do que falo!) e que a intervenção do adulto dirigente é uma função que tende para zero quando a idade dos escuteiros tende para 22(?!), não nos podemos desvincular das nossas obrigações de sermos farol que:
- em dias solarengos e de mar chão passa despercebido;
- mas nas noites de tormenta ou nevoeiro se faz presente ora por uma luz que sempre volta, ora por uma sirene que não sendo estridente se faz ouvir por largas milhas.
Como escreveu o Paulo Peres:
“os dirigentes devem assumir o papel do “olho de um furacão” que, estando no centro, depois de porem tudo a girar, deixam que tudo aconteça em seu redor e vão acompanhando…e se, por algum motivo, o “furacão” perde força, fazem com que tudo volte ao turbilhão de acontecimentos e experiências para que os seus escuteiros continuem o caminho”
acho este definição deliciosa! ...acrescento apenas que por vezes, da acção do furacão, resultam coisas menos positivas, e também é papel do dirigente ajudar no respectivo controle de danos, na consequente avaliação e na “reconstrução”. É para mim este o enquadramento do conceito “ambiente seguro para errar”.
O conceito (igualmente delicioso) do Joaquim Mendes “ausência pedagógica” será tudo isto: dirigentes altamente preparados, motivados, firmes na fé e nos valores. Até podem não estar presentes em algumas reuniões de clã, tribo ou equipas de projecto ou mesmo nas actividades, mas estão sempre disponíveis para ajudar um elemento com o seu PPV, participar com eles na assembleia municipal ou de freguesia, acompanhá-lo na reunião preparatória da intervenção do Desafio com a direcção da IPSS, promover a instrução especial requerida pelos seus guias de tribo, ajudar na elaboração do CV, recomendar as competências de gestão e trabalho em equipa no LINKEDIN…
Tudo isto com uma visão holística da vida, assimilemos que em 2030 40% das actuais profissões não existirão e das que existirão, 85% não existem hoje. Assim num horizonte de 12 anos os nossos caminheiros terão um total novo leque de oportunidades.
Mais importante que saber saber, é fundamental aprender a aprender.
Não devemos ficar pelo mediano. Temos de ser excelentes. Temos tudo para ser excelentes: pessoas excelentes, caminheiros excelentes.
É uma tarefa exigente esta de ser animador de adultos, dominar competências de animação de grupos, de gestão de projectos, de interacção com a comunidade, conhecimento teológico, técnicas de actividades e vida na natureza…
Não uma excelência quantitativa, escalada por comparação, mas qualitativa, evidenciada pelo empenho que colocamos no que fazemos e como ajudamos os outros a serem felizes.
Pessoalmente não afino pelo diapasão que coloca como nota dominante da vida da IV a participação nos orgãos nacionais directivos (ou noutras estruturas intermédias), no entanto nos deliberativos é até estranho que assim não seja. Entendo ser importante e de elementar justiça que tal aconteça e por isso sou um fervoroso apoiante do voto dos caminheiros nas eleições nacionais dos orgãos do CNE e da sua presença nos conselhos nacionais. Tenho dúvidas (e não tenho fórmula mágica) sobre como no orgão máximo devam ser geridos temas limite, ou por exemplo o programa educativo… mas como no desporto: em caso de dúvida beneficia-se quem persegue o objectivo; e numa associação de autoeducação é óbvio quem tem de ser beneficiado!
Bem vindos caminheiros!
Questão diferente é a da participação dos caminheiros nas equipas de projectos Nac., Reg., de Nuc. e Locais, ou como representantes do CNE nos orgãos ou instituições (quaisquer que sejam) desde que devidamente preparados - uma grande parte dos nosso caminheiros são altamente preparados! A razão não é a florescente escravidão mediática da fotografia do representante jovem ou da selfie no meio de criançada, mas sim porque a opinião deles é Importante, diria mesmo Fundamental. Mesmo que não seja fulcralmente a sua, qualquer caminheiro bem preparado defenderá a opinião da associação por que faz da lealdade lei de vida.
Este tema sendo importante, como já escrevi, não é para mim o único ou mesmo aquele que deve absorver quase toda a nossa energia. Os caminheiros precisam de mais, exigem mais e merecem mais.
Esta visão leva-me a defender que os melhores dirigentes das nossas unidades locais devem ser alocados à IV secção.
Sei que muitos dirão que é um desperdício, que o verdadeiro escutismo se faz nas secções mais novas, e que sendo poucos, mais vale que o chefe de clã seja alguém que possa ajudar mas que até não tenha muito tempo disponível… ou um perfil menos ajustado ( pior mesmo só se for o chefe de agrupamento!).
Infelizmente esta tem sido a nossa realidade local há já muitos anos, que apenas esporadicamente vai sendo quebrada, e sempre que assim é, pelo que vou acompanhando, com resultados positivos.
O CNE ainda não se conseguiu livrar da necessidade de recrutar internamente, uma grande parte das vezes cedo demais, uma percentagem significativa dos seus animadores adultos, desvirtuando o projecto educativo que propõe aos jovens, mas que raramente consegue verdadeiramente cumprir.
Na - já não tão - recente revisão do programa educativo introduzimos, e bem, o Desafio, mas fizemos a concessão de poder ser apenas de 3 meses e eventualmente realizado no aconchego do agrupamento.
Tivemos medo, medo de largar o montante!
É necessário que o Desafio seja individualmente exigente e voltado para “fora”… para a “cidade"… para o “mundo”… ou como Francisco nos desafia: para as periferias!
E, findo o Desafio, é tempo de Partir/Largar mas realmente fazê-lo, cortando a amarra entre o escuteiro e o dirigente. Defendo, por isso, que devíamos ter a coragem de não ter noviços a dirigente, dar a oportunidade aos nossos caminheiros que fazem a sua Partida/Largada de terem o seu gap year escutista, acompanhando-os no seu discernimento e na vontade de serem educadores voluntários. Sem pressão e se assim o entenderem, serão bem vindos para assumirem todas as responsabilidades que daí advêm. Esta opção, que muitos consideram demasiado radical, serviria também para que os caminheiros se pudessem focar na vivência do ideal do Homem Novo, alicerçado no PPV e nas Bem Aventuranças.
Mas, para que tudo isto seja frutífero temos de investir na IV. Colocar à disposição dos caminheiros os nossos melhores recursos. Dirigentes conhecedores da mística e da simbologia da IV secção; que tratem S. Paulo e a sua teologia revolucionária por “tu”; que identifiquem facilmente no mandamento novo, o projecto de felicidade proposto pelo fundador; que conheçam os modelos de vida e ajudem cada caminheiro a criar pontes com a sua própria vida. Que sejam felizes.
Queixamo-nos repetidamente da desmotivação dos caminheiros, da sua falta de compromisso, de uma apatia desconcertante, de uma desorganização sistemática, até de algum vazio de valores e muitas vezes de um desistir fácil…
Reconhecendo que na IV não é necessário limpar “acidentes" ( quem já foi animador da I sabe do que falo!) e que a intervenção do adulto dirigente é uma função que tende para zero quando a idade dos escuteiros tende para 22(?!), não nos podemos desvincular das nossas obrigações de sermos farol que:
- em dias solarengos e de mar chão passa despercebido;
- mas nas noites de tormenta ou nevoeiro se faz presente ora por uma luz que sempre volta, ora por uma sirene que não sendo estridente se faz ouvir por largas milhas.
Como escreveu o Paulo Peres:
“os dirigentes devem assumir o papel do “olho de um furacão” que, estando no centro, depois de porem tudo a girar, deixam que tudo aconteça em seu redor e vão acompanhando…e se, por algum motivo, o “furacão” perde força, fazem com que tudo volte ao turbilhão de acontecimentos e experiências para que os seus escuteiros continuem o caminho”
acho este definição deliciosa! ...acrescento apenas que por vezes, da acção do furacão, resultam coisas menos positivas, e também é papel do dirigente ajudar no respectivo controle de danos, na consequente avaliação e na “reconstrução”. É para mim este o enquadramento do conceito “ambiente seguro para errar”.
O conceito (igualmente delicioso) do Joaquim Mendes “ausência pedagógica” será tudo isto: dirigentes altamente preparados, motivados, firmes na fé e nos valores. Até podem não estar presentes em algumas reuniões de clã, tribo ou equipas de projecto ou mesmo nas actividades, mas estão sempre disponíveis para ajudar um elemento com o seu PPV, participar com eles na assembleia municipal ou de freguesia, acompanhá-lo na reunião preparatória da intervenção do Desafio com a direcção da IPSS, promover a instrução especial requerida pelos seus guias de tribo, ajudar na elaboração do CV, recomendar as competências de gestão e trabalho em equipa no LINKEDIN…
Tudo isto com uma visão holística da vida, assimilemos que em 2030 40% das actuais profissões não existirão e das que existirão, 85% não existem hoje. Assim num horizonte de 12 anos os nossos caminheiros terão um total novo leque de oportunidades.
Mais importante que saber saber, é fundamental aprender a aprender.
Não devemos ficar pelo mediano. Temos de ser excelentes. Temos tudo para ser excelentes: pessoas excelentes, caminheiros excelentes.
É uma tarefa exigente esta de ser animador de adultos, dominar competências de animação de grupos, de gestão de projectos, de interacção com a comunidade, conhecimento teológico, técnicas de actividades e vida na natureza…
É uma tarefa para o SUPER CHEFE!
...não...
... é uma tarefa para cada um de nós, comprometidos com a excelência, mas conhecedores das nossas capacidades e limitações. Compete-nos rodearmo-nos dos “especialistas” que possam dar o melhor de si a cada um dos caminheiros, aumentando a sua rede de contactos, interagindo com pessoas boas no que fazem e que são também boas pessoas. Mostrar que por cima do telhado do Albergue existem estrelas.
O caminheirismo no futuro será o que os caminheiros de cada geração quiserem, a nós só nos compete mostrar de forma eficaz que pode ser uma etapa do caminho rumo à felicidade.
...não...
... é uma tarefa para cada um de nós, comprometidos com a excelência, mas conhecedores das nossas capacidades e limitações. Compete-nos rodearmo-nos dos “especialistas” que possam dar o melhor de si a cada um dos caminheiros, aumentando a sua rede de contactos, interagindo com pessoas boas no que fazem e que são também boas pessoas. Mostrar que por cima do telhado do Albergue existem estrelas.
O caminheirismo no futuro será o que os caminheiros de cada geração quiserem, a nós só nos compete mostrar de forma eficaz que pode ser uma etapa do caminho rumo à felicidade.
Por fim… lembram-se do Paulo Silva?! ...sim o instrutor pára-quedista! Ele não actuava sozinho. A equipa incluía mais alguns elementos que davam o suporte administrativo e logístico e em particular o Victor, alguém muito reservado mas assertivo. Qual era a sua função: só dobrava pára-quedas!
Depois da emoção do primeiro salto e da avaliação do que foi bem e menos bem conseguido - no meu caso aterrei de costas ao vento devido ao deslumbramento (depois daquele deslizar de largos metros, o SCU na Torre é coisa para meninos) - agradecemos ao Paulo, mas o Paulo disse-nos:
“Sabem, estou muito feliz pelo que conseguimos, mas se querem agradecer ou dar os parabéns a alguém, dêem ao Victor. Se ele não fosse competente, este poderia ter sido o vosso primeiro e único salto…”
Sabem... a função do Victor era “só” dobrar pára-quedas.
Leão Honrado
#100anos
#100amigos
#100visoesparaaivseccao
#100anos100amigos100visoesparaaivseccao
#obrigadoporfazerespartedosmeus100
#adorohashtagsquenaoseconseguemlerequantomaiscompridasmelhor
Depois da emoção do primeiro salto e da avaliação do que foi bem e menos bem conseguido - no meu caso aterrei de costas ao vento devido ao deslumbramento (depois daquele deslizar de largos metros, o SCU na Torre é coisa para meninos) - agradecemos ao Paulo, mas o Paulo disse-nos:
“Sabem, estou muito feliz pelo que conseguimos, mas se querem agradecer ou dar os parabéns a alguém, dêem ao Victor. Se ele não fosse competente, este poderia ter sido o vosso primeiro e único salto…”
Sabem... a função do Victor era “só” dobrar pára-quedas.
Leão Honrado
#100anos
#100amigos
#100visoesparaaivseccao
#100anos100amigos100visoesparaaivseccao
#obrigadoporfazerespartedosmeus100
#adorohashtagsquenaoseconseguemlerequantomaiscompridasmelhor

Sem comentários:
Enviar um comentário